Sobre o Blog

Blog sobre o Vale do Amanhecer, Doutrina concebida pela Espiritualidade Maior e executada por Neiva Chaves Zelaya, um Espírito de Luz Altíssima, conhecido nos Planos Superiores por Agla Koatay 108. O Vale recebe pessoas sem distinção para solução de problemas espirituais. Nada cobra de seus pacientes e nem exige frequência. Temas espirituais diversos são tratados aqui. Vicente Filgueira, Adjunto Esdalvo - Jornalista (Registro Profissional Fenaj 274/03/38§ v/DRTGo-01364-SJP)


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13 de jul de 2009

Caetano Veloso no Vale

No ponto mais interessante da pesquisa que fez sobre o Vale do Amanhecer, Maria Cristina de Castro Martins diz que Caetano Veloso - ícone da Música Popular Brasileira - compôs Um Índio depois de ser recebido por Tia Neiva na Casa Grande. Quem contou essa passagem para a historiadora foi uma professora da rede pública, chamada Ana, que à época era uma das muitas meninas da Casa Grande. Diz que Caetano Veloso, rodeado de pessoas, visitou o Templo e que, diante da imagem de Pai Seta Branca, se inspirou, escrevendo rapidamente a letra daquela música. Na ocasião, relata a historiadora, " o Vale do Amanhecer recebia diversas pessoas em busca de paz, curiosos, estudiosos, artistas, políticos, cantores e até compositores". Caetano teria ficado muito emocionado com a imagem de Pai Seta Branca, o que o levou a compor a canção Um Índio". 
Na canção de Caetano, um índio descerá de uma estrela colorida brilhante e pousará no coração do hemisfério sul na América, num ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico. Para os médiuns, segundo o apanhado de Maria Cristina, "o índio é o Pai Seta Branca, cacique inca, mentor espiritual de Tia Neiva. A estrela colorida e brilhante é a estrela Mayante, lugar onde vivem os espíritos mais evoluídos que descem ao Vale do Amanhecer para trabalhar incorporados nos médiuns Aparás, com a finalidade de promover a cura do espírito. O coração do hemisfério sul da América, o ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico, o centro do mundo, lugar predestinado para se encontrarem os que se preparam para a entrada do terceiro milênio, o próprio Vale do Amanhecer".
Na concepção da historiadora, há um forte elo entre a letra composta por Caetano Veloso e a Doutrina: "Percebe-se que, no momento em que o índio descer, aquilo que se revelará aos povos, surpreenderá a todos pelo fato de poder ter sempre estado oculto quando terá sido o óbvio. Para os moradores do Vale do Amanhecer, o tempo se divide em ciclos milenares e a fundação e o encerramento de cada milênio está a cargo da intervenção direta de um personagem sagrado. No caso do milênio em que estamos vivendo, o responsável é o índio Pai Seta Branca que descerá e encerrará o milênio, levando todos os seguidores da doutrina do amanhecer para o Astral Superior, onde não mais encarnarão. Assim, com a evolução dos espíritos, tudo que antes parecia pertencer ao ocultismo, nada mais será do que o óbvio".


Um Índio 


"Um índio descerá de uma estrela colorida brilhante
de uma estrela que virá numa velocidade estonteante
e pousará no coração do hemisfério sul na América num claro instante
depois de exterminada a última nação indígena
e o espírito dos pássaros das fontes de água límpida
mais avançado que a mais avançada das mais avançadas das tecnologias
virá impávido que nem muhammad ali
virá que eu vi apaixonadamente como peri
virá que eu vi tranquilo e infalível como bruce lee
virá que eu vi o axé do afoxé dos filhos de Gandhi
virá
um índio preservado em pleno corpo físico
em todo sólido todo gás todo líquido
em átomos palavras alma cor em gesto em cheiro em sombra em luz em som magnífico
num ponto equidistante entre o atlântico e o pacífico
de objeto sim resplandecente descerá o índio
e as coisas que eu sei que ele dirá fará não sei dizer assim de um modo explícito
e aquilo que nesse momento se revelará aos povos
surpreenderá a todos não por ser exótico
mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto
quando terá sido óbvio".



Caetano Emanuel Viana Teles Veloso, mundialmente conhecido como Caetano Veloso, nasceu em Santo Amaro da Purificação, na Bahia, no dia 7 de agosto de 1942. Ele é músico, produtor, arranjador e escritor.
Os gêneros musicais, em que ele está classificado, são: Música Popular Brasileira, Tropicália, Poesia marginal, Bossa Nova, Samba, Rock, Pop, Música latina e World Music.