Sobre o Blog

Blog sobre o Vale do Amanhecer, Doutrina concebida pela Espiritualidade Maior e executada por Neiva Chaves Zelaya, um Espírito de Luz Altíssima, conhecido nos Planos Superiores por Agla Koatay 108. O Vale recebe pessoas sem distinção para solução de problemas espirituais. Nada cobra de seus pacientes e nem exige frequência. Temas espirituais diversos são tratados aqui. Vicente Filgueira, Adjunto Esdalvo - Jornalista (Registro Profissional Fenaj 274/03/38§ v/DRTGo-01364-SJP)


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5 de ago de 2012

Conclusão de Curso


Hoje, sexta-feira, 7 de setembro, data de comemoração da Independência do Brasil, foi ministrada a última aula do Curso de 7º Raio oferecido pelo Templo Mãe. Na semana seguinte começarão a ser entregues os radares, no dia  23, em cerimônia no interior do Templo. Além dos radares, será entregue também um volume de cartas de Tia Neiva (reproduções de cartas manuscritas e datilografadas) e o diploma dos cursados. Mestres e Ninfas de outros Estados recebem seus radares ainda hoje, após a conclusão da aula, em cerimônia simples realizada na sala do Trino Ypoarã, com fotografias ao lado de Raul e Terezinha Zelaya e o instrutor, Adjunto Urano, Marcelo Reis, que também é representante do Cavaleiro da Lança Reino Central. 
O Templo Mãe se tornou pequeno na noite de sexta-feira, 22 de junho (2012), logo após o Retiro. Começava o primeiro Ciclo do Curso de 7º Raio. Eram mestres e ninfas vindos de todas as partes, inscritos pessoalmente e os inscritos através da internet, além de mestres já cursados e veteranos, em busca de novos conhecimentos e a reafirmação do que já aprenderam. A primeira aula foi ministrada pelo Trino Ypoarã, mestre Raul Zelaya, após abertura dos trabalhos pelo Trino Herdeiro Elário, Jairo Zelaya Júnior. Na abertura do curso, Raul abordou a conduta doutrinária e passou a falar da trajetória de dificuldades materiais e espirituais de sua mãe, nossa querida clarividente Tia Neiva. Quem não pôde comparecer à primeira aula, teve o abono de falta pelo Trino Ypoarã. Todas as aulas deverão ser ministradas pelo historiador Marcelo Reis, Adjunto Urano, sempre na sexta-feira, após o Retiro. Aqui está o Calendário das aulas, 7 no total: 22 de junho, 6 de julho, 20 de julho, 3 de agosto, 17 de agosto, 31 de agosto e 7 de setembro. O Curso de 7º Raio é, sem dúvida nenhuma, a maior base para os mestres e ninfas doutrinadores e aparás. Para assimilar-se a Doutrina, torna-se imprescindível que mestres e ninfas frequentem o curso.




Nestor Sabatovicz, o Trino Araken
Para se ter uma ideia da importância do Curso de 7º Raio, eis abaixo um pequeno trecho da 2ª parte da 9ª Aula ministrada pelo Trino Araken, basicamente sobre a necessária conduta doutrinária, quando ainda trabalhando no Correio Braziliense, fiz um perfeito mergulho na consciência:


“Meus irmãos, o trabalho mediúnico é algo que deve ser feito de forma espontânea e por amor. Fico observando que muitos se desdobram em dificuldades para caminhar... e muitos vêm por obrigação, para dizer que fazem e para esses eu dou um recado: Não precisam vir. Podem vir no último dia de aula que eu dou o Radar. Isso mesmo, porque assim vocês não se prejudicam, pois mediunidade, meus irmãos, não é brincadeira. É algo muito mais sério do que vocês possam imaginar. Nunca façam nada contrariados mediunicamente. Nem que o pai tenha pedido, o amigo, o filho, o esposo, a esposa... a mediunidade tem que ser espontânea. Ela precisa fluir naturalmente, não de fora para dentro; ao contrário, de dentro para fora. Prepare para o dia em que você realmente queira trabalhar, ou precise trabalhar naquele dia, porque muitos de vocês, no decorrer do tempo, vão observar que à medida que a vossa consciência aumenta, na mesma proporção o vosso livre arbítrio diminui. Procurem, enquanto ainda podem, dividir as vossas vidas. Programe as vossas vidas - vida familiar, trabalho, lazer e Doutrina.


Aproveitem enquanto vocês podem.


O homem não veio para a Terra para ser infeliz, para sofrer. Há muita coisa bonita para se viver. Basta que saibamos onde começa o nosso limite e onde ele termina, porque quando termina o nosso começa o do nosso vizinho. O mundo espiritual não quer vê-los como robozinhos, com lavagem cerebral. Pelo contrário, o mundo espiritual quer vê-los como seres racionais que conhecem as leis espirituais e que conhecem as leis físicas. E mais importante, que sabem se conduzir tanto numa quanto noutra lei. Esse é o jaguar. Esse é o jaguar deste Amanhecer. Salve Deus".



Frases retiradas de Gravações de Cursos de 7º Raio, do Trino Araken


"Meus irmãos, fazer uma doutrina é fácil. Você chega, conversa com um espírito e faz a elevação dele. Agora, emitir uma emanação e uma energia de amor em benefício deste espírito é muito diferente meus irmãos. Vocês acham que o espírito não percebe, não sente?... Ele sabe, mesmo ele sendo sofredor!"
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¨"O sofredor também, quando recebe uma doutrina emitida com amor, ele pode continuar sofredor, mas ele nunca se esquecerá daquela mensagem. É como uma sementinha que aos pouquinhos vai crescendo na mente e no coração deles. É para isso meus irmãos, que Jesus nos concedeu esta oportunidade feliz".
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"Se as religiões evoluíssem espíritos, não tinha mais sofredor na Terra! O que evolui um espírito, meus irmãos, não é a religião. O que evolui espíritos é ele absorver os ensinamentos que Jesus nos deixou, e praticá-los! O médium não faz sua caridade só no Templo, mas em qualquer lugar. Para sermos livres, nós precisamos nos soltar de todas estas amarras que nos prendem às mesquinharias, aos julgamentos, à superioridade".
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"Nós temos que sempre procurar um padrão vibratório positivo, mesmo que estejamos negativos. Nossos mentores nos auxiliam e ainda temos as intuições e ajuda imediata. Porque assim, meus irmãos, nós temos uma assistência, e nessa busca é que vamos evoluindo".
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"O Apará senta ali com amor, com harmonia, com respeito, e ele tem toda assistência daquela entidade, toda a proteção necessária. Ele não precisa se preocupar, porque a mensagem realmente virá do Céu. Se o Doutrinador ali está parado, realmente para trabalhar com aquela Entidade, além da assistência dele, ele tem a assistência daquela entidade que está manifestada. Os problemas deles, as dificuldades deles, eles conhecem, eles sabem, e estarão sendo cuidados. Para esta hora, o compromisso é com os pacientes! Com aqueles que lhes estão sendo confiados!"
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"Fazer a Doutrina como um papagaio e fazer a elevação, isso não resolve, meus irmãos! Não é assim! Porque o irmãozinho sabe, ele está vivo, ele está sentindo. E com isso, meus irmãos, passam dias, meses, a vida passa, e amanhã nós poderemos ter uma grande decepção, porque nós usamos a boca, a palavra, mas o que há de mais precioso numa individualidade, que é a emanação, não, e ela só é possível se aquilo for feito por Amor, ou não se faz".
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"Vamos, meus irmãos, repensar a nossa vida religiosa. Meus irmãos, não é quantidade, não é beleza física, não é cultura, aprendizado terreno, não é título aqui dentro nem lá fora que nos vai ajudar... É compreensão com todos e onde nós estivermos, em casa, no trabalho, numa diversão, aqui, só assim meus irmãos, nós teremos condições de formar uma harmonia, ter a força de Jesus, meus irmãos!"

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"O espírito só aceita uma doutrina sua se você tiver moral. Ao contrário, ele não vai aceitar".

(Trino Araken, Mestre Nestor)

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Jaguares em caravanas que chegam de diversas cidades já começam a movimentar o Vale do Amanhecer para mais uma aula do Curso de 7º. É grande a expectativa em torno da sequência do Curso, que vem sendo ministrado pelo Adjunto Urano, Mestre Marcelo Rodrigues dos Reis. A partir dessa aula, amanhã, dia 3 de agosto de 2012, passa a ser cobrada mais atenção dos expectadores, pois o teor começa a ser fixado nos rituais e na origem de cada trabalho deixado por Tia Neiva.



Marcelo dos Reis é Bacharel e licenciado em História. Assim, tem o título de Doutor em História pela UnB. Junto ao Trino Herdeiro Elário, Mestre Jairo Zelaya, forneceu informações e subsídios para o levantamento do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Tal trabalho elevou o Vale do Amanhecer à condição de um dos mais sérios acontecimentos, podendo ser reconhecido como Patrimônio Cultural da Humanidade. Vicente Filgueira, Adjunto Esdalvo (Jornalista Editor de Conteúdos).


Os caminhos, infortúnios e a

vitória da guerreira Tia Neiva




1. Embora tenha tido aulas do Nestor no Curso de 7º ministrado em 1.989, compareci ontem (22 junho 2012) à aula inaugural, com a intenção clara de aproveitar esta oportunidade ímpar de uma reciclagem. Aberta pelo Trino Herdeiro Elário, Jairo Zelaya Júnior, a primeira aula foi integralmente apresentada pelo presidente da Ordem, o Trino Ypoarã, Mestre Raul Zelaya, que dedicou a primeira parte a falar da trajetória de Tia Neiva na sua vida material e o início da sua vida espiritual. Explicou sobre o período de cinco anos que Tia Neiva passou tomando aulas no Tibet com o Mestre Humahã, entre 1959 e 1964, quando Mãe Yara e Pai Seta Branca determinaram-na a fundação da UESB. Durante cinco anos, Tia Neiva permanecia 4, 5 horas por dia fora do corpo para receber as aulas de Humarã. Tia sabia que pagaria um preço muito alto pelo curso. E pagou. Sofreu muito por permanecer tantas horas diárias fora do corpo, sempre temerosa durante os transportes, por conta dos riscos nas viagens astrais. Raul falou das dificuldades enfrentadas pela família para adquirir o pão de cada dia, em Itumbiara, em 1957, quando ela ficou por seis dias entre desfalecida e incorporada. Transcorreu sobre a vivência de sua Mãe em Ceres (GO), onde fazia fotografias 3X4, 5x7 e 2x2. Sobre a vivência em Goiânia, como motorista de ônibus; no primeiro caminhão (Internacional) que teve e que foi colhido pelo trem, quando foi completamente destruído (com Tia ao volante). Disse dos três outros caminhões que ela conseguira posteriormente e da viagem que fez ao Rio Grande do Norte, transportando retirantes de volta no seu caminhão pau-de-arara, serviço pelo qual levou verdadeiro “calote” dos passageiros. Raul falou da passagem de Tia Neiva pela Novacap, onde ela fichou seu caminhão durante a construção de Brasília. Lembrou o Templo de madeira que Tia fundou em Taguatinga, de lá trazendo as tábuas usadas para dar origem ao Templo Mãe, local indicado por Tiãozinho. Raul contou das peripécias da família na plantação de 900 sacos de batata e de amendoim que Tia plantou em Alexânia (na colheita das batatas o amendoim havia sumido, pois ele, Gilberto, Carmem Lúcia e Verinha, e os meninos e meninas adotados haviam comido durante o crescimento das favas, ainda na plantação). Na época, Tia havia encerrado as atividades de uma cômica serraria em Alexânia, na Serra do Ouro, onde funcionava a antiga UESB. As máquinas utilizadas para a produção de tábuas destinadas à comercialização só eram possíveis a partir de uma locomotiva velha ganhada por Tia Neiva e que funcionava graças à labuta dos meninos, que transportavam água e lenha para a produção do vapor que movia a máquina. Na época, a entidade Curimatã determinava os pontos da mata onde deveriam ser conseguidos os troncos, que eram transportados morro acima, parte rolados, parte sobre o caminhão sempre com a última gota de combustível. Forças inexplicáveis que reuniam para pôr as toras na carroceria. Aparições súbitas de Tiãozinho para orientar e determinar caminhos e ações que pareciam impossíveis. À noite, todos ainda meninos, se reuniam em volta de uma fogueira para ouvir as histórias de Mãe Calaça: histórias que não tinham fim, pois na verdade, eram previsões para o dia seguinte, o que servia de alerta e aconselhamento não só para os filhos de Tia, mas para todos os meninos do orfanato que já era delineado, além dos órfãos que Tia cuidava. Na época, lembrou Raul, Mãe Yara determinou o uso da temida "fita roxa". Todos da comunidade que transgrediam as normas e passavam sobre a conduta doutrinária tinham que usar a fita roxa, que tinha o sentido espiritual de retirar privilégios e permitir que o médium perdesse provisoriamente o poder da proteção dos mentores, enquanto durasse o castigo, que ás vezes durava uma semana ou mais. De repente, uma fábrica de farinha tomou conta do cenário. A velha locomotiva agora era um imenso ralador de mandioca que era buscada na vizinhança, um pouco de cada mandiocal era comprado por determinação de Tia. E sem dinheiro. A base da locomotiva ainda está no local, na Serra do Ouro. Vida dura em Centralina (MG) também foi contada. Dificuldades na Cidade Livre, Núcleo Bandeirante, onde trabalhava carregando material de construção, O menosprezo pelo lote de 20 metros por 10 metros quadrados ganhados por Tia na Avenida W-3 Norte. Afinal, era uma família nômade. Os muitos prêmios de loteria que eram ganhos por Tia Neiva também foram contados por Raul. Mas entre essas vitórias, está também uma que se passou no mundo etérico, e que não chegou a se concretizar no mundo físico, mas somente as consequências danosas. Ela trabalhava numa empresa de ônibus em Goiânia. Soube que havia ganhado na "cabeça" um prêmio muito expressivo. Abandonou os passageiros dentro do ônibus e correu para casa, deixando o veículo na rua. Procurou muito pelos bilhetes, mas eles haviam sumido completamente, todas as 20 frações, os 20 vigésimos. Teve que argumentar muito e pedir para não ser despedida pela empresa. Foi mais uma dura lição na vida de Tia Neiva.








  1. Continuação/
    Mas, como Raul Zelaya narrou, tudo fazia parte da constante aprendizagem da clarividente, assim como o foi o episódio em que ela freou de uma vez o caminhão ainda fichado na Novacap e, desesperada, comunicou a um guarda de trânsito que teria atropelado e matado um índio que atravessava a rua, dizendo estar a vítima morta numa poça de sangue. O guarda a acalentou, reconhecendo-a por "Baiana" e dizendo-lhe que ela não havia cometido nenhum acidente e que poderia prosseguir viagem no transporte de terra. Não era realidade neste plano. Não era fruto da imaginação de Tia, mas apenas a projeção do que poderia ocorrer no mundo astral. Um episódio desconhecido de muita gente e que foi narrado pelo Trino Ypoarã, levou às lágrimas os médiuns mais sensíveis e parecia que todo o corpo mediúnico presente à aula inaugural se esforçava por retirar uma lágrima rolada, a começar pelo próprio filho. Tia Neiva passava por dificuldades sem fim com os filhos; os avós paternos, muito ricos, haviam sido comunicados da situação de penúria. A questão da guarda logo foi delineada. "Quando a juíza determinou que duas das quatro crianças seriam separadas, devendo seguir os avós paternos, minha mãe retirou do soutian um revólver e disse que ninguem, ninguem separa os meus filhos". Como reação, a magistrada mudou na hora a sua decisão e afirmou: "As crianças ficam todas juntas; ninguem as separam. Ela é como a leoa, que vai aos extremos para salvar e deixar reunidos os seus filhotes". Raul discorreu sobre a constante necessidade de estar atento à conduta doutrinária e deu explicações sobre a saudação "Salve Deus".Por fim, enumerou os temas que deverão ser desenvolvidos durante o curso. Mobilizou a todos, que aguçaram os ouvidos para a reprodução de um CD com aula de Tia Neiva, acompanhada de uma das suas mais lindas preces, "Primeiro do Meu Primeiro Canto", finalizando com Tia ensinando o corpo mediúnico a dissimular as correntes negativas, fazendo a limpeza da aura e a segurar na cintura com as duas mãos para que nada de negativo atinja o corpo e o plexo físico.(Depois eu conto mais sobre o perfil de Tia Neiva, narrado pelo próprio filho, oportunidade única de enriquecer o nosso acervo da Doutrina e conhecer mais sobre a vida dessa criatura magnífica que viveu na terra entre 1925 e 1985. Tia Neiva, registrada em cartório de Propriá, Sergipe, nasceu em Ilhéus (BA). O local do registro civil se deu por conta das constantes viagens da família, pois o pai, agrimensor, sempre era designado para demarcar terras em Estados diversos. Em cada lugar, o hábito da família em frequentar com assiduidade a Igreja Católica. Tia Neiva ficou viúva aos 24 anos, com quatro filhos).