Sobre o Blog

Blog sobre o Vale do Amanhecer, Doutrina concebida pela Espiritualidade Maior e executada por Neiva Chaves Zelaya, um Espírito de Luz Altíssima, conhecido nos Planos Superiores por Agla Koatay 108. O Vale recebe pessoas sem distinção para solução de problemas espirituais. Nada cobra de seus pacientes e nem exige frequência. Temas espirituais diversos são tratados aqui. Vicente Filgueira, Adjunto Esdalvo - Jornalista (Registro Profissional Fenaj 274/03/38§ v/DRTGo-01364-SJP)


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10 de out de 2012

Faça os seus Incensos

O incenso e a mirra eram aromas usados nos grandes rituais das civilizações antigas e, principalmente no Egito, as cerimônias de Amon-Ra e Horus sempre eram odorizadas por estas ervas que, à época, tinham o valor do ouro. Com o passar do tempo, incenso passou a denominar a mistura que se usa de várias origens vegetais, preparados com uma massa presa a uma vareta, que queima lentamente, desprendendo a fumaça perfumada. O incenso é uma concentração da energia do fluido magnético vegetal, que se libera à medida em que a brasa progride. Pode ser usado a qualquer hora do dia, mas, preferencialmente, deve ser aceso às 10, 12 e 18 horas quando se quiser manter apenas a harmonia do ambiente. Quando se quiser usá-lo para acompanhar uma prece e, especialmente, o Terceiro Sétimo, deve ser aceso antes de se iniciar, juntamente com a vela. Não deve ser colocado em qualquer lugar, e sim no Aledá, para que integre as forças emitidas em benefício daquele lar e daquele trabalho. Para nossos trabalhos podemos usar, indiferentemente, o incenso de palito ou em bloco. Quanto aos perfumes, o de palito deve ser o Madeira ou o Sândalo, e o dos blocos, com grande diversidade de emanações,  deve ser um que mantenha a harmonia ambiental. As Escrituras revelam que os Magos eram uma casta sacerdotal sábia, existente entre Medas, Caldeus e Persas, e que os sábios ofertaram os três presentes homenageando a Divindade de Jesus (incenso), a Sua Realeza (ouro) e a Sua Humanidade (mirra, um refinado perfume oriental). 
Para preparar em torno de 300 varetas de incenso, dissolvemos 50 g da essência em 250 ml de álcool neutro; em outro recipiente, colocamos 2 litros de água fervente, misturando bem com 800 g de serragem bem fina, 60 g de carvão em pó, 50 g de goma arábica e 50 g de caulim. Depois de bem misturada, adicionamos a parte do álcool com a essência, sempre mexendo, até formar uma massa homogênea, que é, então, passada em uma peneira. As varetas são mergulhadas na massa e postas para secar ao sol ou próximas de uma outra fonte de calor.